quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Fotos do feriado.

E antes que o mês acabe, vou postar as fotinhas do nosso feriado de outubro que fiquei devendo e como Kamille adoeceu não tive como postar:



Minha pequena moça.

Sem medo.

Brincando de bola.

Na piscininha que o papai fez.

No picolé.


terça-feira, 30 de outubro de 2012

O susto na piscina.

Domingo foi aniversário de uma grande amiga e resolvemos visitá-la para dar aquele abraço. Todos estavam reunidos e havia uma piscininha montada para Mellyssa (3 anos e filha da dona da casa, que é irmã da aniversariante e também minha amiga). Mellyssinha estava tomando banho e Kamille admirada de longe. Por sorte minha não me aperriou para entrar. Alan estava na casa vizinha, que também é da família.

Mellyssinha saiu da piscina e vestiu seu roupão. Pensei: "Ufa, Kamille agora é que não vai me aperriar mesmo, já que Mellyssa saiu da água!" E não aperriou mesmo. Mas, elas começaram a brincar de jogar a bola dentro da piscininha e pegá-la de volta. Numa das tentativas de pegar a bola Kamille deu se esticou tanto que deu uma cambalhota para dentro da piscina. Meu coração pedrou! Só vi as perninhas dela no ar.
Corri para levantá-la, mas ela já sabia se defender e estava se levantando sozinha. Levantou normal, a peguei no colo e quando ela viu todo mundo em cima dela, se assustou e fez beicinho pra chorar. Deu dó e achei engraçado.

Daí, a pedido de todos, deixei ela tomar banho nas piscina com Mellyssa. Tirei a roupa, deixei só de calcinha e foi se esbaldar com a amiguinha. Quando o pai chegou contei a história e ele riu. Riu porque não viu a cena, porque aposto que se ele tivesse visto teria tido um colapso. Sempre que lembro da cena meu coração acelera... e depois começo a rir. É o velho ditado: "Se não fosse trágico, seria cômico"!






segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Mais um selinho...

Fiquei tão feliz ao entrar aqui após tanto tempo e me deliciar com um presentinho lindo... um selinho, mais um! Dessa vez veio da mãezona do Pititico, Andreia. E o selinho que ganhei tem todo um contexto histórico, segundo a Andreia, olha só:

Trata-se do PRÊMIO DARDOS:




O Prêmio Dardos foi criado pelo escritor espanhol Alberto Zambade que em 2008 concedeu no seu blog Leyendas de El Pequeño Dardos, o primeiro Prêmio Dardos a quinze blogs selecionados por eles. Ao divulgar o prêmio, Zambade solicitou aos indicados que fizessem a mesma coisa indicando outros e assim a premiação espalhou-se pela internet.

O prêmio destina-se a reconhecer os valores demonstrados por cada blogueiro diariamente durante seu empenho na transmissão de valores culturais, éticos, literários, pessoais e etc.

Em suma, demonstrando sua criatividade por meio do seu pensamento vivo que permanece inato entre as suas palavras.


OBRIGADA, ANDREIA... AMAMOS O MIMO!!

Posso até demorar...

... mas sempre volto!

O que acontece é que meus últimos dias têm sido bem complicados, desde a doencinha de Kamille, que graças à Deus não passou de uma mera crise de garganta. Amém!

Ela melhorou, aí eu adoeci... e atrasei encomendas... e precisei terminar... mas deu tudo certo! Ah... e ainda teve o muído do 2º turno das eleições por aqui. No primeiro turno que eu pensei votar nulo, votei num candidato que não era preferência na cidade, mas que me conquistou por seus ideais e simpatia. Primeira vez como candidato à alguma coisa: Arthur Bolinha (14). Sempre votei no grupo dos Cunha Lima, mas esse ano eu estava desacreditada demais, devido ao baixo nível dos candidatos.

Já no segundo turno não vi outra forma de votar senão em Romero Rodrigues (45), do grupo dos Cunha Lima, uma vez que eu não gosto e repudio o mandato do atual prefeito (Veneziano) e eu não queria uma discípula (Tatiana Medeiros) sua no poder, perpetuando esse governo. Então votei 45 e fiquei feliz por isso. Romero ganhou e espero agora que honre os votos e a confiança que os Campinenses depositaram nela. Que venham dias melhores.

Kamille em cima do carro dos políticos, nos braços do Senador Cássio Cunha Lima.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Notícias febris.

Aqui estou eu, passando rapidinho para dar notícias da minha bruguelinha:

Nossa madrugada foi totalmente em claro, com febre oscilando de alta para altíssima. E apesar do medicamento, de compressas e banho, nada fazia esse quadro mudar. Até que às 3h30min da manhã, quando a febre chegou a 39,5ºC e não baixava de forma alguma, resolvemos levá-la pra um hospital, pronto-socorro ou coisa assim. Alan logo ligou para o Hospital da Clipsi para saber se havia pediatra de plantão e não darmos viagem perdida. Por sorte, havia.

Como que para nos desmentir, ao chegar lá a febre havia reduzido para 37,5ºC sem que eu fizesse nada. A médica era bem novinha, o que me espantou: com a escassez de médicas pediatras em nossa cidade - e acho que no Brasil - encontrar uma profissional nova (de idade) me surpreendeu. Gostei da sua calma e paciência, apesar que não senti plena confiança. Eu não a escolheria como pediatra fixa de Kamille. Mas acho que é um pouco de pré-conceito meu. Ela perguntou o que estava acontecendo com Kamille, desde quando a febre havia começado... coisa e tal. Examinou-a e logo constatou o que eu já imaginava, mas não tinha certeza: garganta inflamada.

Nós 3 - eu, Alan e ela - ficamos indignados ao ver/saber que o Hospital não tinha nenhum otoscópio (aparelho para examinar o ouvido) disponível para a pediatria. Um absurdo isso! Mas o que podíamos fazer além de reclamar? A precariedade dos planos de saúde estão quase que se igualando ao SUS, e em alguns pontos, pior.

Consulta terminada e logo seguimos para a farmácia mais próxima. Compramos o antibiótico Ocylin  e estamos administrando de 8/8hs, al´m do Prelone, 1x ao dia e o antitérmico (voltei para o Tylenol bebê) de 6/6hs se houver febre. A febre até que cessou mais, mas não a abandonou. Sempre febril, está abusada, chorosa... e em muitos casos insuportável. Mas entendemos que é por conta da doencinha.

O presente que compramos pra ela de Dia das Crianças chegou hoje. Alan já armou no meio de nossa sala e ela ficou bem felizinha, nossa bruguelinha. Logo, logo ela estará na ativa novamente.

Ainda devo as fotos, que postarei tão logo eu tenha um tempo saudável para tal.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

E lá se foi o feriado...

É isso aí. Passamos tanto tempo programando um feriado de 4 dias e quando menos se espera, lá se foi. Tudo acontece tao rápido só para nos deixar com gostinho de quero mais.

Saímos daqui na quinta-feira, mais de 9h30h da manhã. Alan estava resolvendo umas pendências do trabalho que não poderiam esperar até a segunda-feira. Saímos de Campina com uma baita chuva, encontrando alguns acidentes na estrada. Como de praxe, paramos no Cajá, pra comer a velha e boa tapioca do Irmão Firmino. Chegamos em Jacumã quase na hora do almoço e fomos ajeitar o apartamento e as coisas, enquanto Alan se encarregava da feijoada. Passamos o resto do dia em casa, conversando e brincando. Kamille deu bastante trabalho na hora de dormir, estressando todos no apartamento.

No outro dia, dia das Crianças e do aniversário do papai, ela acordou cedinho e o acordou com um beijinho e cantando parabéns. Aproveitei para levá-la à praia. A maré estava baixinha e foi muito gostoso. Alan fez uma piscininha de areia e ela ficou se divertindo dentro. Ela sempre foi muito afoita por água e nunca teve medo das ondas... e dessa vez não foi diferente. Se deixasse, ela se jogava contra as ondas. Depois de muito brincar, voltamos para o apartamento, onde nosso plano inicial era ir à Praia Bela. E fomos. Mas ao chegar lá o riozinho onde costumamos ficar estava cheio e sujo. A maré havia subido e "empoçado" a água que estva muito barrenta. Decidimos procurar outro lugar.

Fomos à Praia de Tambaba, muito conhecido mundialmente por ser naturista. Já fomos lá algumas vezes, mas com Kamille, nenhuma. Ah, e quando vamos sempre ficamos na parte opcional, que também tem seus encantos. Piscininhas naturais incríveis. Mas a maré estava alta demais e não deu pra aproveitar bem o mar. O bom foi que nesse meio tempo, Tia Adriana e Tio George chegaram e nos fizeram companhia na farra.

No sábado fomos ao Parque Aquático e ela se esbaldou na piscina. A todo momento querendo descer no pato. Depois posto fotos. Ontem, domingo, cedinho fomos à praia novamente. E depois à um restaurante beira-mar comer uma bela de uma peixada. À tarde viemos embora, de volta pra nossa rotina.

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Agora vamos ao lado ruim da coisa: desde ontem percebo Kamille quentinha, mas imaginava ser apenas do sol que ela tinha tomado. Apesar de só sair de casa depois de bastante protetor e chapéu na cabeça. Bem, para desencargo se consciência, coloquei o termômetro de tudo estava dentro da normalidade. Agora à tarde ela se queixou de algo estar "deiendo". Dei uma dose de Maxalgina e ela logo fivou boazinha. Só que agora à noite a coisa ficou feia e a febre chegou a 38.8ºC. Dei o remédio, mas ela vomitou. Espero voltar amanhã com boas notícias.


A falta de fotos foi devido ao fato de eu não ter tido tempo pra descarregá-las no computador.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Planejar demais não dá certo!

O feriado dessa semana era o mais esperado por nós. Tanto por serem 4 dias de farra/descanso, como pelo fato de ir uma turma super legal para brincar. Só por cima, ia uma faixa de 15 pessoas. Não só para o nosso apartamento, mas que estaria no mesmo local que nós. Agora, que o dia se aproxima - amanhã - metade ou mais da metade desse contingente desistiu. Uns por motivo de trabalho, outros, por doenças e outros ainda pelo simples fato de decidirem ir para outro local.

Estamos entristecidos, pois queríamos muito todos juntos, mas se não dá, fazer o quê, né? Por isso não gosto de planejar tanto as coisas; alguma coisa sempre dá errado. Mas, vamos aproveitar do jeito que der; e cabe à nós fazer esse feriado valer a pena. Já comecei a organizar as coisas de Kamille para não esquecer nada: biquines, protetores, brinquedos, remédios... nada disso pode faltar.

Kamille está entusiasmada, apesar de ainda não aceitar que as priminhas Marianny e Nathália não poderão mais ir. Ela só fala em ir pra páia comer doim (amendoim). Não sei de onde ela tirou isso, mas sempre que pergunto o que ela vai fazer na praia, ela responde isso. Bem, os planos são para sairmos amanhã cedinho, vamos ver o quanto dá certo.

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Ontem à noite fomos ao Forno de Pizza comer Fondue de Carne. Kamille não apreciou muito e ficou um pouco entediado no final. Querendo andar e brincar pelo restaurante. Com alergia - espirrando bastante - ela começou a ficar inquieta e a querer dormir. De lá fomos para a casa da minha cunhada, pois era aniversário dela e havia um bolinho para comemorarmos. Ao ver Natália e Marianny, Kamille deixou o cansaço de lado e se esbaldou na brincadeira. Comeu coxinha, tomou guaraná. Fez farra! Muito bom esses momentos com a família.

Ah e descobrimos que tia Dinha, vez ou outra, lê nosso blog. Fiquei feliz!
Tia Dinha, querendo comentar, pode viu? Só assim ficamos sabendo quando você passou por aqui.


terça-feira, 9 de outubro de 2012

A crise dos 2 anos

Ontem li uma ótima matéria na Bebê.com, que caiu como uma luva para o que venho passando com Kamille ultimamente. Tirou-me muitas dúvidas e me fez ver o que estou fazendo certo ou errado na educação de Kamille nesta fase.

Vou reproduzir a matéria aqui. Quem sabe ajudará tantas outras mamães que como eu vêm passando por essa fase tão delicada.

P.S.: O que mais me entristeceu foi saber que essa fase acontece entre 1 ano e meio até os 3 anos. Será que aguento tanto tempo? Será que não vou enlouquecer daqui pra lá?

Vamos à matéria:

A TERRÍVEL CRISE DOS 2 ANOS

O seu bebê era um verdadeiro anjinho, mas está chegando perto dos 2 anos e parece estar encapetado? Acredite: você não é a única que passa por isso.
O fenômeno é comum e tem até nome: adolescência do bebê. É quando a criança se dá conta de que é um indivíduo e luta para conquistar o seu espaço – gritando, batendo nos outros ou se jogando no chão. Cabe aos pais ter muita calma, paciência e ensinar que esse comportamento não leva a nada. Em outras palavras, estabelecer limites. Para ajudá-la a lidar com essa situação tão complicada, conversamos com a psicopedagoga Larissa Fonseca, de São Paulo.

1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?

A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

2. Esse comportamento é comum em qual idade?

Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa?

A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?

Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

5. Todas as crianças passam por isso?

Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado e o shopping?

Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?

Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.

Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?

Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.

Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.


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Alguém aí vem passando/ou passou por isso? Como agiram?



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O feriaDÃO

Sei, sei, hoje é segunda-feira, a cidade está de ressaca depois do dia de eleição de ontem, mas e daí? O feriado está chegando e queremos mais é curtir. Não vale a pena falar em política aqui, exceto que pela primeira vez, foi tudo tranquilo, graças à Deus. Mas vai pro segundo turno... Pronto! Basta! Vamos falar agora do que nos interessa... o feriaDÃO.

Esse ano vai ser um baita feriado, como há muito tempo não tínhamos. O feriado aqui consiste do dia 11, que é comemorado o dia da nossa cidade e é numa quinta-feira; e do dia 12, que é o Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, e o Dia das Crianças. E é na sexta. No sábado o marido não trabalha e o domingo também é nosso. Então, teremos 4 dias inteirinhos para aproveitarmos bastante. E vamos à praia.

Em abril, última vez que fomos à praia.


A última vez que fomos à praia foi em Abril, que fomos pro RN. Kamille curtiu pouco a praia, ficamos mais na piscina. Dessa vez vamos para o apartamento da minha mãe em Jacumã - PB, como quase todos os feriados, mas que gostamos muuuuito. Estamos bem felizes e entusiasmados, pois vai uma galerinha legal. Tomara que dê tudo certo. 

Sei que serão apenas 4 dias, mas hoje começo a ajeitar as malas, principalmente as coisinhas de Kamille, pois sempre esqueço algo. Ainda tenho que ir ao centro comprar umas coisinhas... e o presente do papai, que aniversaria no dia 12, na sexta. Não sei bem o que comprar, por isso tenho que andar pra decidir.

Provavelmente estarei off nesses próximos dias, agilizando tudo, mas sempre que der, dou uma passadinha aqui para contar o que estamos fazendo, o que estamos agilizando. E talvez, eu leve o note e tente postar algo de lá.


sábado, 6 de outubro de 2012

Semana movimentada.


Eita como essa semana passou rápido! Tive tempo sequer de respirar. Tantas coisas pra fazer, providenciar, ajeitar... E essa próxima semana é que vai ser curta mesmo, pois vem o feriadão. Tenho que deixar tudo em ordem, pra poder curtir tranquila.

Por aqui, com exceção de uma tosse triste que eu estou, estamos bem. Kamille ainda espirra, mas bem menos. Sábado à tarde fomos à casa do Vovô Gerônimo, fazer-lhe uma visita, que se estendeu até à noite. Foram momentos agradáveis, mas a mamãe arriou assim que chegou em casa. Corpo mole, corisa e dor de cabeça... e assim passou também o domingo. 

Na segunda eu já estava bem melhor e passamos a tarde na casa dos dindos de Kamille. Ela adora ir pra lá, pois é paparicada por todos. Até brigadeiro o padrinho comprou, só para bajulá-la. Andou de moto pela primeira vez com o namorado da Dinda... e apesar de dizer que gostou, não quer andar mais. Fiz esses vídeozinhos para registrar a experiência dela. (risos).

A ida:



A volta:



Na terça e quarta pela manhã fomos ao centro e andei tanto com ela nos braços que estou com eles dormentes até agora. Mas, ao menos consegui comprar um biquine novo pra ela. Na quarta à noite, eu e o marido fizemos a faxina da casa, pois ainda estamos sem faxineira, e entramos madrugada adentro na trabalheira danada. Para Kamille não aperriar tanto, chamamos o priminho Felipe, que ela tanto ama, para fazer companhia e brincar com ela. E deu certo!! Felipe dormiu aqui e tamanha foi a felicidade dela ao acordar e descobrir que ele ainda estava lá.

Na quinta fui novamente ao centro pela manhã, mas dessa vez não a levei. Aproveitei o ensejo de Felipe em nossa casa e ao levá-lo para casa, deixei Kamille lá, na casa da minha sogra. E foi ótimo andar sem ela. Consegui resolver milhões de coisas, inclusive comprar o presente dela para o Dia das Crianças, dado pela vovó Maria, mas isso é assunto para outro post.

Ontem, foi o único dia que passamos “quase” todo em casa. Pelo menos ficamos toda a manhã e uma boa parte da tarde. Mamãe fez almoço, depois de uma semana toda comendo fora. Depois da academia fomos para a casa da minha mãe e lá ficamos até tarde, pois eu precisava terminar umas encomendas.

E hoje é sábado. Véspera de eleição para prefeito e vereador.
Sinceramente?! Acho que vou votar NULO.